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CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL

February 7, 2018

O Sindicato dos Metalúrgicos de Juiz de Fora e Região possui pouco mais de 2 mil sindicalizados. São trabalhadores que entendem a importância de ter uma instituição forte lutando pelos seus direitos. TODOS os metalúrgicos e metalúrgicas da região devem muitas conquistas a estas pessoas. São elas que permitem um embate mais justo entre empregado e empregador. Elas são a resistência.

 

OBRIGADO A TODOS OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS SINDICALIZADOS.

Sem vocês, estaríamos TODOS trabalhando mais e ganhando muito menos. Isso é um fato.

O STIM e todos os metalúrgicos e metalúrgicas de Juiz de Fora e região agradecem também a todos que não trouxeram a carta de oposição ao imposto assistencial, respeitando a luta de toda a categoria. Entendendo que contribuir com o Sindicato é essencial para não sermos explorados.

 

Aos que trouxeram a carta, respeitamos a decisão. Mas estes precisam entender que, com o fim do imposto sindical aprovado pela nova legislação trabalhista, eles cessaram todas as formas de contribuição com a única arma que possuem para lutarem pelos seus direitos. Se opor ao assistencial sem ser sindicalizado é a afirmação de que ele não precisa do Sindicato para nada. Esse pensamento é equivocado e só interessa ao patrão.

A partir desse entendimento, o Sindicato informa que a prioridade no atendimento será sempre aos que contribuem de alguma forma com a luta. Não podemos aceitar que trabalhadores conscientes financiem reivindicações de quem simplesmente acha que não precisa de nenhuma representação.

 

O interesse do trabalhador não é o interesse do patrão

Na mesa de negociações, o patrão gasta o seu tempo tentando tirar nossos direitos. Passa horas argumentando para não te dar reajuste, não aumentar o seu ticket e te fazer trabalhar cada vez mais.

O(A) trabalhador(a) precisa raciocinar: será que o patrão briga pelos direitos dele ou pelos meus? Quando um companheiro ou companheira precisa sair mais cedo ou chegar atrasado, é descontado no seu salário. Mas quando é para ir ao Sindicato levar carta de oposição o patrão libera geral. Será por quê?

 

Algumas empresas, além de liberarem seus funcionários, ainda bancaram transporte para virem até o STIM. O que elas ganham com isso? Tivemos denúncias, inclusive, de que alguns companheiros foram coagidos a entregarem a carta. Tudo já está sendo encaminhado ao Ministério Público.

 

A Açotel, cujo representante sentou na mesa de negociações brigando para mudar a data do pagamento dos seus empregados (do dia 5 para o 5º dia útil) e que foi brecado pelo Sindicato, foi campeã na entrega da carta de oposição. E também é campeã em reclamações e falta de respeito com os seus funcionários. SBA, TS, Ita Persianas, Fast Lux, Alucasa, Rafer, Módulo e Metalrail são outras empresas que tiveram muitos trabalhadores trazendo a carta. Algumas dessas também tem muitas reclamações e nenhum respeito com o trabalhador.

 

 

IMPOSTO SINDICAL

A CUT, a quem somos filiados, sempre foi a favor do fim do imposto sindical. O desejo é que os trabalhadores contribuam com os seus sindicatos por consciência e vontade próprias. O que não há como concordar é a forma como esse imposto foi retirado bruscamente. Por intervenção do Estado, e não por decisão da classe trabalhadora.

Alguns companheiros e companheiras alegavam que não eram sindicalizados mas contribuíam com a instituição de alguma forma através do imposto sindical, que era obrigatório. E agora? Vocês vão se filiar ao STIM ou abandonarão de vez qualquer chance de baterem de frente com os patrões?

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